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Daiana

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Floripa com criança: 3 dicas de passeios na região leste para se divertir

Em Floripa com criança? Quem tem criança na família tem que se planejar um pouco antes de viajar, neste post dou algumas dicas de lugares divertidos em Floripa para não decepcionar a garotada. Mostro três opções na região leste da cidade, primeiro no Córrego Grande e duas outras na Lagoa da Conceição. As três juntas formam um dia bem animado!

 

Brincadeiras no Parque Hortoflorestal do Córrego Grande

Que tal um piquenique no parque?

Floripa com criança é seguro e divertido. Neste post, mostro três opções, mas com certeza tem muito mais. O parque administrado pela prefeitura da cidade tem parquinho, trilha de caminhada ecológica, lagos com tartarugas, jacarés, patos e outras aves.

É um ótimo lugar para brincar e fazer um piquenique. Pelo parque, estão espalhadas mesas e bancos de madeira para quem quiser comemorar aniversários ou um pouquinho mais de conforto. Mas com a quantidade de pasto verdinho pronto para sentar e estender a toalha quadriculada, nem precisa.

Outros bichos podem ser vistos em seus cercados, coelhos, galinhas. E da última vez que fui lá avistei uma galinha da angola no alto de um galho de árvore. Fiquei intrigada sobre como ela foi parar lá.

Dentro do parque há também outras iniciativas, como yoga ao ar livre nos sábados a cada quinze dias e atividades de educação ambiental.

Para saber mais sobre as tarefas realizadas bem no dia da sua visita, ligue para a administração do parque (48) 3269-9551 .

Depois do parque, siga para o morro da Lagoa, que por lá tem outros passeios legais.

Floripa com criança tem que ter pedalinho na Lagoa da Conceição

Pedalinho e caiaque na Lagoa da Conceição

No final da famosa Avenida das Rendeiras, na Lagoa, tem opções para andar de pedalinhos, caiaque, santad up e wind surf. A empresa fornece os equipamentos e dá orientações de uso. O preço varia conforme a temporada. Para confirmar a disponibilidade do serviço na data que você está se programando, ligue para 48 99933-3923.

Logo mais adiante, na subida do morro em direção à Barra da Lagoa, na altura da entrada da Parapente Sul, fica a entrada para a próxima aventura: a praia do Gravatá! E assim, os passeios em Floripa com criança podem incentivar a atividade física e o contato com a natureza.

Aventura na trilha para a praia do Gravatá

Trilha para praia do Gravatá

No caminho para a Barra da Lagoa, no leste da ilha, fica a entrada para a trilha da praia do Gravatá. O passeio dura em torno de 1h de trilha e as crianças adoram.

Entre as praias Mole e Joaquina, a praia do gravatá é uma pequena praia deserta acessível somente por trilha e com boa balneabilidade. As ondas são de mar grosso, mas a praia não é funda como a Mole e nem tão gelada quando a Joaquina. Fica entre dois costões e isso faz a diferença.

A trilha apresenta boas condições e é bem demarcada, não tem chances de se perder. Tem alguma subida, mas não é muito íngreme, com exceção de dois pontos de mais dificuldade já na chegada da praia.

Como a praia é deserta, é importante não esquecer de levar água e comida para o consumo no local, fora o consumo realizado durante a trilha. Para a caminhada, dois litros de água para um adulto e uma criança é suficiente.

Também tem espaço para acampar para as famílias que querem ampliar a experiência. Neste caso, vale lembrar de todos os itens indispensáveis para acampar principalmente na companhia dos pequenos.

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3 trilhas para quem adora se aventurar na natureza

Três percursos diferentes com algo de espetacular em comum: a exuberante natureza de Florianópolis. A ilha conta com muitos tipos de trilhas, para todos os níveis de condicionamento físico. A vegetação predominante na região é a mata atlântica, que mantém preservada espécies nativas de flores e animais.

Dentre as trilhas preferidas dos praticantes, três se destacam pela vista panorâmica e dificuldades durante o trajeto:

Morro das Aranhas

A RPPN Morro das Aranhas é administrada pelo resort Costão do Santinho, fica no final da praia do Santinho e dá acesso ao Parque do Rio Vermelho por alguns de seus trajetos. São 7 trilhas no local, com diferentes durações e inclinações. As preferidas são a subida até o topo do morro, a mais íngreme, e a volta ao morro, a mais longa.

A vista do topo do morro é privilegiada, podem ser apreciadas lá de cima a beleza da praia dos Ingleses, praia do Santinho e praia do Moçambique. Também é possível ver a formação de dunas do Parque do Rio Vermelho.

O percurso de subida apresenta uma inclinação 45º a 50º na maior parte do percurso e não apresenta maiores dificuldades. “É subir toda vida reto”, como dizemos por aqui. Durante a travessia, a dica é ficar atento à flora do lugar, a formação das raízes das árvores e aproveitar para desfrutar do contato com a natureza.

A duração total é em torno de 1h40min e a volta pode ser um pouco mais longa, já que descer exige um pouco mais de equilíbrio.

No topo do morro há pedras que servem de mirantes para bater fotos. O sinal de internet é bom e mesmo se estiver um dia ensolarado 90% do percurso é mata fechada, então o calor é controlado.

A trilha está bem aberta e demarcada, não há necessidade de guia.

Lagoinha do Leste

Diferente da trilha do Morro das Aranhas, a Lagoinha do Leste exige um preparo físico maior, mas já vi crianças completarem a trilha pelo Pântano do Sul sem problemas. A praia Lagoinha do Leste é um paraíso deserto em Floripa e pode ser acessada tanto pela trilha mais curta do Pântano do Sul, quanto pela mais longa pela praia do Matadeiro.

O plus é o Morro da Coroa, onde fica o mirante com a pedra mais badalada da cidade haha todo mundo que visita a praia sobe para fazer o registro. A vista é sensacional.

O trajeto mais curto, pelo Pântano do Sul, foi adaptado e hoje em dia mais parece uma escada com alguns trechos mais retos. As pedras facilitam o acesso para quem quer chegar mais rápido à praia. A duração é entorno de 1h30min.

Já pelo acesso da praia do Matadeiro, a vista é mais bonita, mas o percurso mais inclinado e com alguns trechos onde é preciso usar as mãos também. O bonito deste trajeto é quando se chega ao costão da praia, é possível ver as duas praias e o mar aberto, é incrível. As ondas batendo lá embaixo nas rochas é outro registro que fica na memória.

O preparo físico precisa estar bom para dar conta de mais de 2h30min de percurso.

Morro do Cambirela

O Morro do Cambirela possui três diferentes trajetos e está situado em um parque estadual no continente, perto da BR101, nas cercanias do município da Palhoça. Mas a vista do topo do morro, permite enxergar toda a silhueta sul da ilha de Florianópolis e alguns dos pequenos arquipélagos ao redor.

Contato do guia Kleber: +55(48)99937-6150

Esta trilha é a mais difícil da região de Floripa, porque apresenta inclinação de 90º em quase todo o trajeto, há 5 trechos de pequenas escaladas com auxílio de cordas e outros pontos mais com auxílio de pedras e raízes. Para quem realmente gosta de aventura, é a trilha mais indicada.

Diferente das duas trilhas anteriores, não é recomendada a subida e a descida sem um guia experiente e credenciado. Isso porque existem alguns caminhos diferentes abertos no morro e em determinados períodos do ano não se aconselha pelas chances de se deparar com cobras no meio do caminho.

 

 

 

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Final da tarde no Mercado Público de Florianópolis

Um dos pontos turísticos mais democráticos de Floripa, agora revitalizado, o Mercado Público é um ótimo lugar para desfrutar da atmosfera da cidade com opções para comer e beber de todos os preços.

Fui passar o final da tarde no Mercado Público de Florianópolis hoje. É gostoso passear por lá, tem o clima acolhedor da cidade.

O prédio do Mercado Público foi construído no lugar onde está até hoje em 1899, mas o comércio local da ilha data do século XVIII, com barraquinhas e feiras de comerciantes. De posto de troca a ponto turístico, o Mercado hoje em dia é referência para o comércio pesqueiro e atua como ponto de distribuição dos produtos do mar para Floripa e região.

Antes da segunda torre ser construída sobre o aterro

Floripa antes da construção da segunda torre do Mercado Público

Depois de um incêndio provocado por uma fritadeira elétrica (2005), o complexo foi revitalizado e reformado, preservando suas características históricas, mas reforçando a segurança de comerciantes e turistas. No local, além das tradicionais comidinhas da ilha, são vendidos artigos naturais, roupas, sapatos, artesanatos e a famosa renda de bilro.

Armazém da Renda revitaliza a arte da renda de bilro e vende artigos para os visitantes

Happy Hour no Mercado Público

O mercado é dividido internamente em muitas lojinhas, são chamadas de box. Um dos mais conhecidos e tradicionais é o Box 32. Serve além de petiscos, refeições a la carte de frutos do mar.

Fui até lá para certa de pedir os pastéis de camarão e o espetinho de camarão com queijo, os mais democráticos. Vem bastante recheio e a casca é sequinha. A combinação é ótima com os molhos de pimenta e um chopp. O pastel com 100g de recheio estava ótimo!

Camarão empanado com queijo, serve tranquilamente duas pessoas

PATEL DE CAMARÃO COM MUIIITO RECHEIO

A casa oferece outros petiscos e bebidas, tem cervejas e cachaça artesanal com assinatura própria. Vem gente de todos os países conhecer o Mercado Público e o box, por isso, durante a visita você ainda corre o risco de encontrar alguma celebridade por aqui haha mas se não, vai aproveitar igualmente da experiência.

Há outros restaurantes de frutos do mar, com refeições completas, onde se pode almoçar com a família. Para sentar, comer bem e apreciar a cidade o hall do mercado tem diversas mesas em uma área central, entre uma torre e outra. Nos finais de semana, geralmente há música ao vivo.

Informações úteis

Telefone:
(48) 3225-8464

Horários:
Segunda a sexta – 07h às 22h (bares e restaurantes a partir das 10h até às 20h)
Sábado – 07h às 17h
Domingo – fechado (confirmar pelo telefone da administração em datas comemorativas)

E a sua experiência? Conta como foi aqui nos comentários!

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10 opções diferentes para comer e beber em Santo Antônio de Lisboa

Gosta de gastronomia e de história? Reúna suas duas paixões e conheça Santo Antônio de Lisboa. A rota gastronômica é rica em frutos do mar, especialmente em Ostras, pelas fazendas marinhas na beira da praia. Os bares e restaurantes mantêm viva a tradição açoriana em seus cardápios e temas decorativos. O passeio é garantia de final de tarde gostoso e cheio de fotos bonitas.

Floripa tem uma história que começa antes mesmo da chegada dos portugueses ao Brasil. Registros de navegações espanholas e holandesas já aportavam a ilha como lugar seguro para descanso e reabastecimento em viagens mais longas. Mas foi mesmo em 1748 que a primeira colônia de portugueses açorianos se estabeleceu e criou a partir daí as raízes culturais deste pedacinho de terra perdido no mar (escute aqui o Rancho de Amor à Ilha).

Com os portugueses vieram a gastronomia, os hábitos pesqueiros, as rendas, os artesanos e a maneira de construir casas. Por aqui, o sujeito “sem eira nem beira” não morava bem, não hahah Isso porque as casas do estilo português tinham formas de acabamento na calçada e no teto, era uma marca da tradição, mas também um símbolo de status.

O bairro preserva até hoje muitas construções daquela época, inclusive a igreja histórica de Nossa Senhora das Necessidades. Ao lado da igreja há um cemitério e logo à frente uma praça com árvores, bem como se costumava fazer naquela época.

A vizinhança cresceu e prosperou valorizando suas raízes. Muito procurado por quem quer empreender, Santo Antônio de Lisboa reúne um coquetel diverso de receitas e modos de preparo, é praticamente impossível enjoar de visitar a freguesia. Sempre tem um restaurante novo ou um prato para repetir e lamber os dedos. A experiência é ainda mais bonita com a vista para o mar e o pôr-do-sol.

OSTRAS E OUTROS FRUTOS DO MAR

As fazendas de ostras de Santo Antônio de Lisboa são mantidas por parceria entre empresários, Universidade e poder público. As sementes de Ostras são trazidas até o local de cultivo pelo Laboratório de Moluscos Marinhos da Universidade Federal de Santa Catarina, a partir daí os produtores iniciam o processo. Existem passeios turísticos por aqui que acompanham a chegada das sementes e a explicação sobre o funcionamento das fazendas, para quem gosta de se envolver na história, é um prato cheio.

Do mar direto para a mesa. Ostras do quintal e peixes frescos do litoral vindos do Mercado Público da cidade, camarões, lagostas e outras iguarias marinhas com grande variedade de receitas e preparos. Esta é a base da gastronomia do bairro. Há também outras opções como massas, pizzas e carnes.

Freguesia Oyster Bar

Rua XV de Novembro, 179

O restaurante serve frutos do mar com destaque para as ostras cultivadas em sua própria fazenda. Com o deck, é possível almoçar e apreciar a vista. Bom também para quem quer petiscar e tomar cerveja artesanal no final da tarde.

Chão Batido

Rua XV de Novembro, 103

Restaurante familiar, com ambientação rústica e vista relaxante. Oferece outras opções de pratos além de frutos do mar.

Marisqueira Sintra

Rua XV de Novembro, 147

Famosa por seu bacalhau com nata, a marisqueira de raízes portuguesa, preserva traços da cultura no ambiente e no cardápio. Destaque também para carta de vinhos.

Rosso Restaurante

Rodovia Gilson Da Costa Xavier, 201

O destaque fica por conta do preparo, o restaurante revisita a cozinha local e confere toques especiais. É famoso pelo polvo com purê de mandioquinha.

Villa do Porto

Rua Quinze de Novembro, 123

O Villa do Porto tem ambientação antiga, com paredes em pedra e arquitetura de época parcialmente preservada. O restaurante funciona em um casarão antigo. Oferece variedade em frutos do mar e cervejas artesanais locais.

Restaurante Amalfi

Rua XV de novembro, 18

O Amalfi é um bistrô com proposta para frutos do mar que chama a atenção pelo atendimento e apresentação dos pratos. Os destaques ficam por conta das lindas vieiras de entrada e a lúdica sobremesa “o tesouro”.

Coisas de Maria João

Rua Conego Serpa, 57

O inventivo restaurante aposta na combinação de sabores com ambiente rústico aconchegante. Pratos como a feijoada de frutos do mar surpreendem positivamente o paladar.

GRILL & BEER Empório Bar

Rua Conego Serpan, 84

Para quem quer comer carnes suculentas em Santo Antônio de Lisboa, o restaurante dedicado às delícias e tem uma boa carta de bebidas com cervejas artesanais locais.

Pode

Estrada Caminho dos Açores, 1689

O bistrô tem ambiente acolhedor, à beira-mar e é inspirado na cozinha oriental. Destaque para o arroz frito no abacaxi com camarões empanados. Aceita pets.

Café da Praça

Santo Antônio de Lisboa, Praça dos Artesãos

Para o café da tarde, uma visita ao bairro pede um café com bolo no Café da Praça. Opções de doces portugueses e tradicionais bem no coração da praça.

ACESSO E RETORNO

A melhor época do ano para visitar é logo depois do período de temporada, ou se preferir ir no verão, a sugestão é contratar um passeio de barco ou ir de transporte coletivo. Por ser um bairro antigo, suas ruas preservam detalhes da época, são estreitas e quase não há retornos na via principal. Então, com a cidade muito cheia é bom dar preferência para outros meios de transporte.

O acesso é pela SC-401. É possível pegar o acesso mais próximo ao centro da cidade, pelo bairro do Cacupé, e desfrutar da estrada que liga o bairro a Santo Antônio de Lisboa  Entre outras facilidades, muitos restaurantes possuem decks e piers para receber quem chega pelo mar.

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Florianópolis Airport has new English site and expansion project

Information about services and operation of Florianopolis airport is easier for foreign tourists. And with future expansion new flights and more services will be added.

 

Site redesigned

The new website in two languages makes clear the communication that ZurichAirports wants to the airport of Florianópolis. The new brand shows the change in the concept of management and the way of welcoming tourists.

In addition to accompanying arrival and departure flights, tourists can consult information on services, fares and a very complete guide for passengers, talking about check in and boarding, luggage, transport of animals, among other important topics.

Front-page of the website

Concept and services 

The airport offers free Wi-Fi access to Floripa Airport, luggage storage, parking, car rental and currency exchange.

The custodian has affordable amounts, common locker R$ 30 (daily), large locker R$ 60 (daily), and charges for the key loss R$ 150. It is available from 6am to 11pm and only accepts cash. It is located on the outer side of the terminal, on the sidewalk, right side.

The foreign tourist who wants to rent a car has three options of companies and can present the valid driver’s license of his country of origin, or passport or even a national document of his country of origin and the entry visa in Brazil.

Food services are available on the second floor with a choice of restaurant and 7 more choices of coffees and bombonieres. Souvenirs / convenience stores are also nearby.

Airport’s services

New project

The video shows the ZurichAirport project for the expansion of Florianopolis airport.

You can find airport’s location on Google Maps here:

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O calor no verão em Florianópolis

Floripa é uma ilha com mais de 40 praias, um dos grandes atrativos da cidade é sim curti-la no calor, certo? Sim e não. Explico. A ilha apresenta duas vantagens climáticas em relação a outros destinos turísticos no nordeste do país, por exemplo. O verão é ótimo porque a cidade não é abafada, a brisa do mar está sempre presente. E a outra é que, por isso, a primavera e o outono brindam os turistas com semanadas de sol como se fosse verão.

O calor em Florianópolis costuma não ultrapassar dos 35º C  durante o dia, as noites são um pouco mais amenas, mas não apresentam um contraste muito grande de temperatura.

Chove mais nesta época do ano, como em todo litoral brasileiro. Se você quiser programar melhor a sua viagem neste ponto, indico o site da Epagri Ciram, a instituição que observa o clima e o tempo no estado de Santa Catarina.

 
 

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Como é o clima em Florianópolis no inverno?

Floripa não é frioooo! Não assim de lascar. Claro, se você está acostumado a temperaturas acima de 30º sem nenhum ventinho, vai sentir diferença. A diferença é que vai poder se divertir sem assar no sol 😆.

A cidade fica no nível do mar, tem alguns dias de ventinho gelado no inverno (entre junho a agosto), mas não chega a ser gelaaada. E o bom é que chove muito pouco nesta época do ano. Dá pra fazer muitas atividades externas sem se prender à previsão do tempo.

Mas se você quiser se prevenir, pode dar uma olhada na previsão do tempo no site da Epagri Ciram. A Epagri Ciram é uma instituição competente para consultar o tempo do dia e saber mais sobre o clima e a geografia de Santa Catarina, não só de Floripa.

Ainda de acordo com eles, em todo estado de Santa Catarina

Qual o mês mais frio do ano?

Considerando a temperatura mínima média de cada mês, é o mês de julho.

Quais as cidades mais frias do estado, com frio mais persistente?

São as cidades mais altas das regiões do Meio Oeste, Planalto Sul e Planalto Norte, dentre as quais podemos citar Caçador, Curitibanos, São Joaquim, Irineópolis, Campo Alegre e Matos Costa. Urupema e Urubici, vêm registrando temperaturas bastante baixas, especialmente Urupema que já registrou as temperaturas mais baixas do Brasil por vários dias consecutivos.

Qual a cidade que registrou a temperatura mais baixa no estado?

Caçador, no Meio-Oeste do estado, com -14ºC no dia 11 de junho de 1952. Depois vem Canoinhas, no Planalto Norte, com -12ºC no dia 7 de agosto de 1963; Xanxerê, no Oeste, com -11,6ºC em 25 de junho de 1945; -10ºC em São Joaquim em 02 de agosto de 1991.

 

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Hambúrguer ruim, não! Canal Rango dá dicas para escolher o melhor

Fanáticos por hambúrguers: uni-vos! Quem não gosta de visitar uma cidade e conhecer a versão de seu prato preferido? Além do que, provar a culinária local também é uma maneira (a mais saborosa!) de conhecer a cultura da região. Aqui deixamos, através do Tadeu, especialista em hambúrgueres e comida bruta, do canal Rango, dicas de como comer bem olhando muito bem a quem!

 

Comer durante a viagem

 

Que arte magnífica, essa de saber se livrar de roubadas gastronômicas durante a viagem! Orçamento geralmente contado e muita expectativa por conhecer o melhor que há na região. Às vezes rola uma frustração, queremos comida de chef por R$10. O preço, no fim das contas, não pode ser o único critério durante a viagem, justamente porque o corpo está em movimento, dormindo pouco e precisa de muita energia. Então, o jeito é pesquisar e entender melhor se o que está diante dos seus olhinhos fará muito bem à sua barriguinha. Quem nunca, não é mesmo?

 

Conversei com o Tadeu, do canal Rango, do YouTube, sobre o seu projeto, receitas preferidas e pedi, claro, uma dica especial para me salvar de futuras roubadas.

 

A arte de encontrar comida boa

Ele realmente gosta de hambúrguer

O Rango é um dos principais canais do Brasil sobre hambúrguer, de gastronomia simples, de cozinha descomplicada. Por isso, a gente acaba se envolvendo muito com as pessoas, indo pra cozinha delas. Eu acho muito bacana isso, ter uma culinária simples ao ponto da vó conseguir fazer para o neto e do neto também fazer para a vó, essa é a maior brincadeira lá no canal Rango. Entre os nossos planos, tem essa ideia de expandir o canal, a gente quer dobrar a nossa programação. Hoje, a gente tem dois programas por semana, e a nossa ideia é que isso vire quatro programas por semana. Porque vemos a plataforma digital hoje como a nova mídia. O objetivo é produzir conteúdo pra quem realmente acompanha. A partir daí, começamos com workshop, aulas de hambúrguer e afins. Uma maneira de repassar a arte da comida boa e de colocar em prática nossos planos de estar mais próximo, fisicamente em contato, com o nosso público.

 

Buscar mais informações antes de viajar

Eu viajo, visito lugares, não fico preso a uma cozinha só, pelo contrário. Por isso, tenho na minha cabeça critérios que me orientam ao buscar informações antes de viajar. O primeiro critério é que eu vou nos lugares onde eu realmente gostaria de estar. Lá no Rango, ninguém nunca vai me ver em um local que eu não gosto. Porque a gente tem investimento, às vezes é convite, mas às vezes não, viagem internacional a gente vai do bolso, acreditando mesmo “esse vídeo vai dar certo, vamos lá fazer”. Então, a primeira coisa é essa, gostar da onde eu tô.

Pra escolher os lugares, eu costumo jogar primeiro pra minha base de fãs, eu vou lá pro Instagram “e aí, tô indo para Nova Iorque, o que que vocês querem ver?”, vem um monte de coisa, vem coisa boa e coisa ruim. Aí eu pego essa informação e vou na lista dos principais hambúrgueres de Nova Iorque, por exemplo. Junto uma coisa na outra, junto com o lugar onde eu quero estar e monto uma seleção. Porque ela precisa fazer sentido para o meu público primeiro, mas eu parto do princípio de que se eles já sabem quem eu sou, vão gostar de estar comigo lá. É assim, aonde eu gosto, aonde eles sugeriram, faço um roteiro e escolho os lugares onde vou visitar.

 

 

Na hora de a dar opinião

No Rango é tudo muito, muito de verdade. A gente não tem o costume de falar mal dos lugares, ou de criticar negativamente, porque eu parto do princípio que eu quero levar coisa boa pra quem tá assistindo. Então, invés de eu falar assim “não vai aqui, que aqui não é legal”, eu prefiro falar “vem nesse outro que aqui é bacana”. Já teve vezes de a gente de ir no lugar e decidir, “beleza, não vamos falar sobre ele”, a gente não publica o vídeo ou tenta arrumar alguma coisa. Já teve situação muito engraçada de a gente ir no restaurante e elogiar só a bebida haha. Porque é isso, eu tomo muito cuidado para a experiência ser sempre positiva. Porque se a pessoa já escolheu o lugar que ela vai, ela procura da internet e vai achar coisa boa e coisa ruim. A ideia da gente no Rango é construir as opções. É tipo “deixa eu ver os lugares que ele vai e se ele foi e é legal”. Toda hora passa pela cabeça fazer um ranking, mas a gente já tem tanto excesso de informação sobre pontos fracos e coisas ruins, então a gente sempre tenta mostrar os lugares legais. Se a gente vem pra Floripa, vai nos lugares legais, se vai pra Nova Iorque, vai nos lugares legais. Então, é um jeito da pessoa saber “quero saber um lugar bacana, então vou lá no Rango que ele mostra”.

 

O melhor hambúrguer é assim

Pra não comer hambúrguer ruim tem algumas coisas que a gente precisa prestar atenção. Hambúrguer é pra ser divertido, mas tem critérios básicos, por exemplo, o pão pra mim é 50% do hambúrguer. Então, se o cara já acertou o pão, já está meio caminho andado. A carne é outro critério. Ainda tem muita gente que pede carne bem passada.

A dica que fica é que vai no ponto que a hamburgueria costuma fazer, pede no ponto da casa. Isso porque o hamburgueiro quando cria o hambúrguer, ele pensa até na proporção de gordura que contém aquela carne.

Quando a gente pensa isso, pensa no hambúrguer no ponto certo. Pra acertar no seu pedido, não fica mudando muito o ponto do que a casa costuma fazer. E é isso, hambúrguer é pra ser divertido, é pra comer com a mão, procure um lugar que você goste, que tem um conceito bacana.

Hamburguer bom é pão, carne e queijo, não precisa inventando demais. E aí essa dica vale tanto pra quem tá indo comer quanto para as hamburguerias. Então assim, cuidado com seus produtos, usa uma carne legal, o pão é essencial que seja bom, que não esfarele, não desmanche na mão de quem tá comendo, então fica a dica. Vale para os dois, pra pessoa e para a hamburgueria. A minha receita preferida, por exemplo, é essa que eu fiz agora e que virou meu xodó, o bacon crush.

Gostou das dicas? Avalie o post e deixe seu comentário!

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Casa do Pedrinho: inspire-se no blog para criar o seu

Viajar em família é o hobbie mais gostoso, aproveitar a infância dos pequenos, criar memórias, brincar e conseguir relaxar são as coisas que mais motivam. O hábito de registrar em fotos e em redes sociais já está sacramentado. Mas e quando a pessoa é picada pelo gosto de escrever e decide empreender na internet, como é que faz? Faz um blog, ué! A Mônica, mãe do Pedro, do blog A Casa do Pedrinho, conta um pouco mais do seu projeto e dá dicas para quem tá começando. Leia!

 

Viajar com criança: a experiência da Mônica

Eu sou jornalista e sempre gostei de escrever. Quando tive filho, em 2011, eu só falava disso com as pessoas, pq eu estava fazendo várias descobertas como mãe de primeira viagem, então, resolvi dividir com outras mamães as dúvidas, as descobertas e as dicas, por achar que mães unidas podem aprender mais e fazer da maternidade algo mais leve, menos cansativo. Então, em 2012, surgiu meu blog. O meu público são as famílias com filhos.

Junto disso, sempre estiveram as viagens e o lazer, porque gosto muito de me divertir com o meu filhinho , então tudo que vivenciamos conto no blog, incentivando as famílias a aproveitarem mais os momentos juntos. E é isso o que me motiva muito a escrever no blog!

 

O Pedrinho da Mônica curtindo as férias em Floripa.

 

A minha vida mudou completamente quando virei mãe. Eu sempre fui muito de viajar e querer conhecer lugares. Eu tenho um espírito muito livre e aventureiro, e o meu sonho sempre foi de poder viajar muito.
Quando o Pedrinho nasceu esse sonho ganhou uma dose especial, porque apresentar a ele este mundão é extraordinário. Ter experiências novas, vivenciar culturas diferentes, se socializar, etc, traz muito aprendizado para vida..

 

Para poder acompanhar a minha vida materna, saí do meio corporativo onde trabalhei por 20 anos na área de comunicação e marketing, passando a trabalhar como home office, fazendo consultoria de marketing, criação de conteúdo, e me tornei colunista na revista Kids in.

 

Instagram @acasadopedrinho

Eu adoro escrever, e fazer o blog era um hobbie que se tornou um trabalho tb. Tenho prazer de dividir minhas experiências e poder ajudar as pessoas, para isso, conto com ajuda de especialistas na área da educação, psicologia e saúde para escrever os artigos que demandam informações de profissionais capacitados.

O meu outro sonho é escrever um livro e passar toda essa experiência que fui adquirindo com a maternidade e, quem sabe, ajudar as mamães de primeira viagem.

Muitas mamães me procuram querendo fazer um blog, então para as mamães que gostam de escrever, a principal dica é ter um tema, saber exatamente o que quer transmitir e quem quer atingir. Quando escrevemos sem foco, não conseguimos atingir nossos objetivos. Escreva com clareza e do seu jeito. O blog tem que ter a sua cara.

Dicas para quem quer começar

Comece! Simplesmente comece! Antes de pensar em como monetizar ou formar parcerias, pense principalmente para quem você quer escrever. Com isso, escolha uma roteiro e faça as malas.

  • Durante a viagem, faça fotos e pequenas notas (inclusive em áudio).
  • Escolha atividades que possam interessar a sua audiência, mas principalmente que você e sua família se divirtam muito, essas memórias são suas!
  • Organize sua viagem em capítulos, tente contar uma história, desde sua chegada ao destino até a despedida.
  • Comece o texto durante a viagem e publique assim que chegar.
  • Tenha atrelado ao blog ao menos uma conta no Instagram.
  • Divulgue seu blog em grupos de viagens e de famílias.
  • Não pare de viajar e nem de publicar!

Com o tempo, você vai pegando mais experiência e traquejo de escrita. Não precisa se jornalista nem um fenômeno literário, basta saber se comunicar com a sua audiência, se divertir e informar as pessoas. Sim! Você vai notar que se tratando de viagem, seu público vai querer saber todos os detalhes!

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